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Dia da Independencia/”Celebrar os 50 anos da independência tem de contemplar também um momento de reflexão sobre percurso do país”, aconselha o PR

Dia da Independencia/”Celebrar os 50 anos da independência tem de contemplar também um momento de reflexão sobre percurso do país”, aconselha o PR

(ANG) – O Presidente da República aconselhou aos guineenses, que a celebração dos 50 anos da independência Nacional tem de contemplar também um momento de reflexão.

Umaro Sissoco Embalo em mensagem à Nação por ocasião do Dia da Independência do país que se celebra hoje, 24 de setembro, disse que, a data impõe-se, na verdade, que façamos uma reflexão sobre o percurso que foi feito pala Guiné-Bissau: o que já fizemos, o futuro que queremos construir e, sobretudo o legado que queremos deixar às gerações vindouras.

O chefe de Estado frisou que, como se percebe, nesta sua Mensagem à Nação – que é apenas o primeiro ato das Comemorações que vão ter o seu ponto alto no próximo mês de novembro -, não vou fazer esse balanço político, económico e social das cinco décadas do Estado guineense”, salientou.

“Hoje vou limitar-me à uma descrição sucinta da projeção externa que o nosso país atingiu, tratando-se de uma área estratégica na ação do Estado, mas que, infelizmente, foi a mais desvalorizada nas últimas décadas”, sublinhou.

Umaro Sissoco Embalo, disse que, nos últimos pouco mais de três anos, a Guiné-Bissau realizou uma transformação profunda na sua política externa e, em conformidade com essa nova linha de rumo, a diplomacia guineense alcançou sucessos notáveis, sucessos esses que foram amplamente reconhecidos no seio da comunidade internacional.

“Junto dos nossos parceiros bilaterais e multilaterais, em África e no mundo, a Guiné-Bissau ganhou visibilidade positiva, alargou o âmbito das suas opções diplomáticas, foi capaz de mostrar utilidade nesse exercício de “dar e receber” que, como é sabido, é próprio de uma diplomacia lúcida e atenta aos interesses nacionais que representa”, afirmou.

Embaló salientou que na verdade, consolidaram relações diplomáticas antigas, alargaram o âmbito das relações, fizeram novos amigos, promoveram novas e promissoras parcerias económicas e culturais. “Enfim, melhoramos consideravelmente a nossa dimensão externa, aliás, sempre muito importante para configurar o desenvolvimento económico que queremos ter”, frisou.

“A Guiné-Bissau presidiu pela primeira vez a Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO, 2022-2023). Dentro de dois anos, vamos presidir a Conferência dos Chefes de Estado e de Governo a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Presidimos a Aliança dos Líderes Africanos contra a Malária. Recebemos Chefes de Estado e de Governo de muitos países amigos. Fomos recebidos por nossos homólogos em diversos países com os quais reforçamos laços de amizade e cooperação”, disse.

O Presidente da República frisou que, nos 50 anos da nossa independência, é difícil encontrar um paralelo comparável, um período que tivesse sido diplomaticamente mais fecundo do que este que estamos a considerar, compreendido entre 2020 e 2023.

“Enquanto Presidente da República reitero, em nome do povo guineense, os nossos agradecimentos aos Representantes do Corpo Diplomático pela cooperação dos seus Governos com a Guiné-Bissau. Estendo os nossos agradecimentos ao conjunto das Organizações Internacionais, que têm sido parceiras incontornáveis no esforço que fazemos para desenvolver a Guiné-Bissau”, sublinhou.

A Assembleia Nacional Popular assinala os 50 anos da independência do país, com a realização de uma Sessão Especial no local onde foi proclamada a independência em Boé, sob lema”caminhos da Constituição de Boé para o mundo”.ANG/ÂC

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