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Disputa de posse de Terra entre populares de “Djal” e “Ponta Zamora” resulta em uma vitima mortal e vários feridos

Disputa de posse de Terra entre populares de “Djal” e “Ponta Zamora” resulta em uma vitima mortal e vários feridos

(ANG) – A disputa de posse de terra ocorrida na manhã de quinta-feira dia 18 de corrente mês, entre os populares de “Djal” e da Ponta “Zamora” no Setor de Safim, resultou em uma vitima mortal, e vários feridos graves.

Em declarações à imprensa a respeito do sucedido, o Chefe de Comunidade “Ponta Zamora”, Toni Zamora Induta, disse que as partes envolvidas no conflito, pertencem a mesma comunidade de “Djal de Baixo” e a única diferença que os separam, é que o centro de “Djal” está um pouco em cima nos arredores de Setor de Safim, enquanto que a “Ponta Zamora” se encontra na baixada da mesma comunidade.   

“Tudo começou quando os vizinhos de “Djal” decidiram na manhã de quinta-feira, atacar “Ponta Zamora”, devido um diferendo sobre a posse de terra, estou a falar de um assunto que já vinha a desenrolar há muito tempo, porque os nossos vizinhos nos tratam de estrangeiros, sempre acharam que saímos de outro lugar e viemos ocupar as suas propriedades, algo que não corresponde a verdade, porque o nosso falecido pai, comprou terras aqui em “Djal”.”, frisou Toni Induta.

Segundo o Chefe da tabanca “Zamora”, o conflito aconteceu na sua ausência, e mal começou recebeu a telefonema dos seus familiares alertando-lhe que a sua tabanca está sendo de novo, alvo de ataque por parte dos vizinhos”, de “Djal” explicou.

Acrescentou por outro lado que, ao ser informado a respeito de ataque, diligenciou de imediato acionar às Forças da Guarda Nacional (GN), e assim como da Ordem Pública (POP), para evitar o que infelizmente acabou por acontecer, que é a perda de vida de um jovem de tabanca vizinho, e o grave ferimento de dois jovens da sua comunidade.

“Pretendo chamar atenção ao Estado, para que assumisse as suas responsabilidades, porque o sucedido de hoje, já teve o seu início desde o dia 16 de março, e o próprio Estado tem o conhecimento do assunto, porque foi informado, posso dizer que o seu silêncio perante o ocorrido, originou na morte deste senhor que é o autor de tudo”, criticou o responsável máximo de Ponta Zamora.

De acordo com o mesmo, o Estado da Guiné-Bissau é o responsável máximo pelo sucedido, porque sabendo do conflito desde 16 de março, devia intervir para averiguar a situação, e punir os culpados, mas como não o fez, motivou no segundo ataque, que originou a morte de um cidadão e alguns feridos.

Contudo, Toni Zamora Induta apela as partes a manterem calma, e deixar com que as autoridades competentes façam justiça, e a parte dada como o culpado, que seja condenado e detido de acordo com o crime que cometeu.ANG/LLA/ÂC  

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